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	<title>Agro &#8211; Terezinha Tarcitano Assessoria de Comunicação</title>
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		<title>Missão do ITAQE em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 14:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[Começamos o ano de 2026 com o mesmo entusiasmo que nos levou à criação do Instituto de Tecnologia Agrícola, Qualificação e Estudo – ITAQE. Esse espírito<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos o ano de 2026 com o mesmo entusiasmo que nos levou à criação do Instituto de Tecnologia Agrícola, Qualificação e Estudo – ITAQE. Esse espírito inovador e comprometido continua sendo a base de nossas ações e da confiança que conquistamos junto à sociedade.</p>
<p>No ano anterior, consolidamos uma ampla rede de parceiros que nos permitiu dar continuidade a diversos projetos idealizados em conjunto com nossa diretoria e apoiadores. Essa rede de colaboração fortaleceu o ITAQE e abriu caminhos para novas iniciativas que impactam diretamente os profissionais da área agrícola e outros setores relacionados.</p>
<p>À medida que iniciamos este novo ciclo, estamos preparados para um ano repleto de desafios, conquistas e realizações. Nosso compromisso é transformar ideias em resultados concretos, garantindo que cada projeto concebido se materialize em benefícios reais para os técnicos agrícolas, demais profissionais e para toda a sociedade gaúcha.</p>
<p>Não descansaremos até que cada página escrita em nossos planejamentos se converta em ações tangíveis. Sabemos que nossa missão é muito maior do que idealizar: <strong>é materializar sonhos, gerar oportunidades e construir futuro.</strong></p>
<p>Parceiros, diretores, apoiadores e a comunidade acreditam no potencial do ITAQE para criar uma nova realidade. Uma realidade que oferece formação continuada, abre perspectivas de crescimento e ajuda cada pessoa a alcançar seus objetivos por meio de educação, inovação e cooperação.</p>
<p>Em 2026, reafirmamos nosso propósito: ser um agente transformador na qualificação agrícola e tecnológica, promovendo desenvolvimento humano e social em cada ação que realizamos.</p>
<p><strong>Jeferson Ferreira</strong></p>
<p><strong>Presidente do ITAQE (Instituto de Tecnologia Agrícola, Qualificação e Estudo)</strong></p>
<p><strong>www.itaqe.org.br </strong></p>
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		<title>Piso Salarial Já dos Técnicos Agrícolas:  avanços, desafios e urgência do reconhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 12:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Técnicos Agrícolas são profissionais regulamentados pela Lei nº 5.524/68 e pelo Decreto nº 90.922/85, devidamente registrados no Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA) para o exercício da profissão, e desempenham papel fundamental em diversas áreas da agropecuária, da agroindústria e das demais cadeias produtivas. Sua atuação contribui diretamente para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do país.</p>
<p>Entre as principais pautas da categoria, destaca-se a aprovação de um piso de valorização salarial. Essa pauta já foi, de forma contínua, objeto de diversos projetos de lei na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Embora existam leis estaduais e convenções coletivas que determinam valores regionais, segue em debate a necessidade de um piso nacional. Nesse sentido, destacam-se os principais projetos de lei sobre o piso salarial atualmente em tramitação no Congresso Nacional.</p>
<p>O Projeto de Lei nº 1.710/2019 prevê um piso salarial de R$ 4.990,00, com reajuste anual pelo INPC. Entre as propostas que tramitam no Congresso, esta é a que melhor contempla a categoria.</p>
<p>A discussão sobre o piso salarial teve início em 2008, com o Projeto de Lei nº 2.861/2008. Posteriormente, esse projeto recebeu contribuições de outras propostas. O PL nº 1.710/2019 é um Projeto de Lei da Câmara dos Deputados que propõe estabelecer um piso salarial profissional nacional para Técnicos Agrícolas, visando à valorização da categoria, com discussões e tramitações em conjunto com outros projetos similares, estabelecendo um piso de R$ 4.990,00 para técnicos de nível médio.</p>
<p>O projeto prevê reajuste com atualização imediata pela variação do INPC dos 12 meses anteriores e, após isso, reajuste anual. Também estabelece a desvinculação do salário-mínimo, evitando questionamentos constitucionais ao não utilizar o mínimo como base de cálculo.</p>
<p>O SINTARGS, juntamente com o apoio das entidades representativas, segue mobilizado na luta pela aprovação de um piso salarial para os Técnicos Agrícolas, medida fundamental para a valorização da categoria. Atualmente, a remuneração dos profissionais que atuam nas áreas privadas é prevista em acordos e convenções coletivas firmados entre sindicatos. Nos setores públicos, os valores variam conforme legislações estaduais e municipais. Apesar das diferenças regionais, é necessária uma atuação contínua das entidades que representam esses profissionais, buscando garantir condições justas para a categoria.</p>
<p>O SINTARGS, Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul, é o representante legal da categoria no estado. Entre suas principais bandeiras está a profissionalização da entidade, com foco na agilidade das informações e no fortalecimento institucional. A defesa do piso salarial dos Técnicos Agrícolas é central, com atuação tanto no setor privado quanto no público, buscando melhores condições salariais.</p>
<p>A entidade também atua pela melhoria das condições de trabalho, defendendo estrutura adequada, benefícios, remuneração justa e plano de carreira. Mantém presença ativa em eventos, fortalecendo as relações com entidades, empregadores e a sociedade, além de reafirmar seu compromisso ambiental, sintetizado no lema “Cuidando da terra e da água”.</p>
<p>O SINTARGS desenvolve atuação conjunta com escolas agrícolas e outros segmentos, além de manter negociação permanente de acordos coletivos, com representação firme junto à Ascar/Emater, Ocergs, Sindag, Sipargs e demais instituições. Paralelamente, trabalha pelo fortalecimento da entidade, com campanhas de novos sócios e incentivo à presença de profissionais nos 497 municípios do estado.</p>
<p>A atuação do SINTARGS é essencial para defender direitos e deveres, negociar reajustes e garantir condições dignas de trabalho, reconhecendo a importância estratégica do Técnico Agrícola para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e do Brasil.</p>
<p><strong>Carlos Alberto Turra</strong></p>
<p><strong>Presidente do SINTARGS</strong></p>
<p><a href="https://sintargs.com.br/"><strong>https://sintargs.com.br/</strong></a></p>
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		<title>Soluções sustentáveis no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[A atuação do técnico agrícola envolve orientar produtores rurais na adoção de práticas sustentáveis, manejos sanitários eficientes e alternativas de baixo impacto ambiental, especialmente em sistemas<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atuação do técnico agrícola envolve orientar produtores rurais na adoção de práticas sustentáveis, manejos sanitários eficientes e alternativas de baixo impacto ambiental, especialmente em sistemas de pecuária familiar. Nesse contexto, a homeopatia e os bioterápicos se apresentam como ferramentas compatíveis com a transição agroecológica, reduzindo o uso de produtos alopáticos e fortalecendo a autonomia das propriedades. Este artigo reúne duas experiências práticas desenvolvidas no Rio Grande do Sul, voltadas ao controle de parasitas em bovinos e ovinos, destacando a importância do acompanhamento técnico e do trabalho de extensão rural na implementação dessas metodologias.</p>
<p>No primeiro estudo, realizado em uma propriedade de pecuaristas familiares em Dom Pedrito/RS, procedeu-se à coleta de carrapatos em diferentes estágios de desenvolvimento para a elaboração de um bioterápico específico. Os parasitas foram acondicionados em álcool de cereais a 70%, formando uma tintura-mãe posteriormente dinamizada segundo a escala centesimal hahnemanniana, chegando à potência 12CH para uso final. O bioterápico foi administrado por meio da mistura de gotas do preparado ao açúcar cristal e, posteriormente, em sal mineral fornecido ao rebanho. A experiência demonstrou redução na infestação, reforçando a viabilidade do método como apoio a sistemas de transição agroecológica e ao trabalho de extensão rural.</p>
<p>Já o segundo estudo foi desenvolvido em uma propriedade em produção agroecológica em Lavras do Sul/RS, dedicada à criação de bovinos e ovinos em sistema Voisin. O objetivo foi avaliar a eficácia da Cina 200 CH no controle do nematódeo <em>Haemonchus contortus</em> em 105 matrizes Corriedale. Utilizaram-se o método Famacha e o Escore de Condição Corporal (ECC) para avaliar o grau de anemia e o estado nutricional dos animais, respectivamente, além da identificação de indivíduos mais resistentes ou sensíveis à verminose. Os dados iniciais demonstraram diversos níveis de infestação, com predomínio dos graus 3 e 4 na classificação Famacha.</p>
<p>A metodologia consistiu na diluição de 30 gotas de Cina 200 CH em um litro de água, com administração oral semanal de 5 ml/animal durante oito semanas, e posterior dosagem conforme necessidade. O acompanhamento técnico incluiu registros sistemáticos, identificação individual e manejo nutricional ajustado. Os resultados, observados ao longo de 26 meses (setembro de 2021 a outubro de 2023), indicam redução consistente nos níveis de infestação e estabilidade sanitária do rebanho, sugerindo que a Cina 200 CH via oral é uma alternativa eficaz aos vermífugos alopáticos convencionais.</p>
<p>As duas experiências evidenciam que a homeopatia aplicada à pecuária familiar pode ser um instrumento estratégico na construção de modelos produtivos mais equilibrados, com menor impacto ambiental e maior autonomia dos agricultores. Ao mesmo tempo, destacam o papel fundamental do técnico agrícola na orientação, monitoramento e difusão dessas práticas, contribuindo para fortalecer a agroecologia e qualificar a produção animal.</p>
<p>Na região da Campanha, estima-se que cerca de 20 mil bovinos já sejam tratados com medicamentos homeopáticos para o controle de carrapatos, vermes e mosca-do-chifre, abrangendo pequenos, médios e grandes produtores.</p>
<p>A pecuária sustentável encontra na homeopatia uma ferramenta essencial para produzir carne sem resíduos químicos, fortalecendo práticas mais limpas, eficientes e alinhadas à demanda crescente por alimentos seguros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tomás A. S Xavier Machado</strong></p>
<p><strong>Técnico Agrícola Homeopata e Extensionista Rural da Emater RS Ascar.  </strong></p>
<p><strong>Lotado no município de Dom Pedrito RS</strong></p>
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		<title>Canhão antigranizo que destrói gelo com ondas sonoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 12:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[Há cerca de 45 anos, um agricultor espanhol observou que, enquanto seus vizinhos sofriam com chuvas de granizo todos os anos, sua própria lavoura não era<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de 45 anos, um agricultor espanhol observou que, enquanto seus vizinhos sofriam com chuvas de granizo todos os anos, sua própria lavoura não era atingida, apesar de estar localizada na mesma região. A única diferença era que sua propriedade se encontrava sob a rota de aviões supersônicos. Intrigado, ele conversou com diversos pilotos e concluiu que as ondas sonoras geradas pelas aeronaves poderiam estar interferindo na formação do granizo. A partir dessa ideia, desenvolveu uma máquina capaz de reproduzir esse efeito. O equipamento permanece em funcionamento até hoje.</p>
<p>Inspirados por essa solução, produtores de maçã, uva, pêssego, ameixa e, mais recentemente, citrus, no município de Antônio Prado (RS), decidiram buscar uma alternativa para conter os prejuízos causados por granizo após três safras consecutivas de perdas. Com apoio técnico, visitaram o sistema implantado em Pinto Bandeira (RS), representado no Brasil por Renato Pasini. A partir dessa visita, iniciou-se uma articulação entre 16 famílias da comunidade de Vila Santana, localizada em uma faixa territorial historicamente atingida por granizo, que se estende de Garibaldi a São Joaquim (SC).</p>
<p>A área total do grupo soma 160 hectares, sendo 91 hectares com histórico de danos. Como cada canhão antigranizo protege até 80 hectares, foi definida a aquisição de duas unidades, ao custo aproximado de R$ 1 milhão. Após várias reuniões, acompanhadas pela Emater, 13 famílias permaneceram no acordo final, estabelecendo que o rateio seria proporcional à área protegida por cada produtor — quem possui 10 hectares paga por 10, quem possui 20 paga por 20, e assim sucessivamente.</p>
<p>Para gerenciar a operação, foi criada uma associação responsável pelo controle do sistema via satélite, que identifica nuvens com potencial de formação de granizo e realiza, automaticamente, os disparos de ondas sonoras — bem como pela manutenção e reabastecimento das máquinas com acetileno, gás utilizado para gerar as explosões. A tecnologia já havia sido empregada anteriormente no Brasil em São José dos Pinhais (PR), para proteger pátios de montadoras de veículos, onde registrava-se granizo anual. Após a instalação, os danos cessaram. O funcionamento do canhão ocorre da seguinte forma: ao identificar a formação de granizo, são emitidas ondas sonoras hipersônicas de 15 mil joules em direção à atmosfera. Com isso, forma-se, em aproximadamente 15 minutos, uma barreira protetiva na camada de ozônio. Nesse período, o canhão dispara a cada sete segundos. Ao atravessar essa barreira, as pedras de gelo começam a se fragmentar, transformando-se em água antes de atingir o solo.</p>
<p>Na safra 2024/2025, as áreas protegidas pelas máquinas permaneceram livres de granizo, enquanto as regiões vizinhas registraram novos episódios, como vinha ocorrendo nas últimas safras. Para mais informações sobre o sistema, interessados podem contatar o técnico agrícola Neudi José Balancelli, da Emater de Antônio Prado, pelo telefone (54) 3293-1279, ou o representante da tecnologia no Brasil, Renato Pasini, pelo telefone (54) 99605-7971.</p>
<p><strong>Neudi José Balancelli</strong></p>
<p><strong>Técnico agrícola Emater – Antônio Prado</strong></p>
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		<title>Qualidade e sustentabilidade: o trabalho do classificador vegetal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:05:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse mundo globalizado, onde tudo se move e se modifica num piscar de olhos, existe uma premissa que permanece desde os tempos primórdios: a necessidade de<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Nesse mundo globalizado, onde tudo se move e se modifica num piscar de olhos, existe uma premissa que permanece desde os tempos primórdios: a necessidade de alimentação e energia para a subsistência humana. Nesse contexto, o agronegócio, tendo como agente vetor o técnico agrícola, encontra na Ascar/Emater a figura do técnico agrícola classificador vegetal.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Atuando nas mais diversas cadeias do agronegócio, o classificador vegetal garante isonomia, transparência e promove a segurança e soberania alimentar com seu trabalho. Da soja, que move as engrenagens do sistema agroindustrial mundial, à produção de energia com o combustível SAF através da Carinata; do arroz e do feijão à cevada e ao malte da cerveja; da erva para o chimarrão, os classificadores técnicos agrícolas estão presentes com seu trabalho.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Aplicando técnicas de classificação baseadas em normativas técnicas, os profissionais da Ascar/Emater atuam em 22 unidades de classificação no Rio Grande do Sul, promovendo o desenvolvimento econômico e sustentável. Inseridos na cadeia da pós-colheita, são um elo de confiança e de atribuição de valores reais aos produtos comercializados.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">O agronegócio é a engrenagem que move o Brasil, e os técnicos agrícolas são o eixo que a sustenta, fazendo do país o celeiro do mundo.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">O classificador vegetal exerce uma função fundamental dentro da Emater/Ascar-RS, pois atua diretamente na avaliação da qualidade e na classificação de grãos, produtos para alimentação humana e demais produtos de origem vegetal. Essa função garante que a produção agrícola do Estado siga padrões técnicos e legais, assegurando maior confiabilidade tanto para os produtores quanto para os compradores. Dessa forma, o trabalho do classificador contribui para a valorização da produção rural, uma vez que a classificação adequada reflete a qualidade real do produto comercializado.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Além disso, a presença do classificador vegetal fortalece o elo entre assistência técnica e segurança de mercado. Como a instituição tem o compromisso de apoiar o desenvolvimento sustentável da agricultura, contar com profissionais habilitados para avaliar e atestar a qualidade dos produtos garante que os agricultores tenham melhores condições de comercialização, evitando prejuízos e ampliando a competitividade frente a outros mercados.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Outro ponto relevante é a contribuição do classificador vegetal para a credibilidade institucional da Emater/Ascar-RS. A classificação oficial de produtos vegetais, realizada com base em critérios normatizados, reduz conflitos entre produtores e compradores, trazendo mais transparência às negociações. Além disso, o serviço auxilia na tomada de decisão sobre armazenamento, transporte e comercialização, impactando diretamente na eficiência da cadeia produtiva.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;">Por fim, a atuação desse profissional dentro da Emater/Ascar-RS representa uma ferramenta de apoio às políticas públicas voltadas para o setor agropecuário. Ao garantir que agricultores familiares e médios produtores tenham acesso à classificação de seus produtos, a instituição promove não apenas qualidade e rastreabilidade, mas também inclusão produtiva e fortalecimento da agricultura gaúcha. Dessa forma, o classificador vegetal se torna peça-chave para a sustentabilidade econômica e social do meio rural.</p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; line-height: 150%;"><b>Cristiano Stiebe</b></p>
<p style="margin: 0cm; text-align: justify; line-height: 150%;"><b>Chefe da Unidade de Classificação da Ascar-Emater de Santa Rosa/RS</b></p>
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		<title>Defesa sanitária e o técnico agrícola gaúcho</title>
		<link>https://ttarcitano.com.br/defesa-sanitaria-e-o-tecnico-agricola-gaucho-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, o Técnico Agrícola é um profissional que vem se destacando na atuação e desempenho das suas funções frente à Secretaria da Agricultura, Pecuária,<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Técnico Agrícola é um profissional que vem se destacando na atuação e desempenho das suas funções frente à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS).</p>
<p>Apesar do Técnico Agrícola fazer parte da SEAPI-RS há várias décadas, foi no ano de 2006 que tivemos um número expressivo de ingresso de colegas por meio de concurso público, para atuar na Defesa Sanitária Animal e Vegetal do agronegócio gaúcho.</p>
<p>Dentre as inúmeras atividades desenvolvidas, o primeiro grande desafio encarado e executado com êxito foi a informatização do Sistema de Defesa Agropecuária (SDA) das Inspetorias de Defesa Agropecuária, que de maneira incontestável e certeira garantiu crédito e agilidade ao acesso às informações acerca dos rebanhos gaúchos e à situação sanitária dos mesmos.</p>
<p>Rapidamente surgiram mais tarefas a serem executadas e os Técnicos Agrícolas foram ocupando seu espaço nos diferentes programas sanitários trabalhados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS).</p>
<p>Indiscutivelmente, o técnico de nível médio consolidou rapidamente a nova forma de trabalhar junto ao produtor e criador.</p>
<p>O Profissional Técnico Agrícola tem sua trajetória marcada pelo alto desempenho e capacidade, boa performance, coragem, solidariedade, criatividade, força coletiva, capacidade de trabalho em grupo, capacidade de interação e comunicação com a cadeia produtiva. São adjetivos que têm sido decisivos para o agronegócio do estado do Rio Grande do Sul, ocupando um patamar de sucesso e se firmando como uma referência nacional e mundial na produção, qualidade dos seus produtos e na certificação do seu selo de qualidade, alavancando e consolidando o setor como protagonista na economia do estado.</p>
<p>O foco da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS) está em estabelecer diretrizes, planejar, promover, coordenar, fiscalizar, inspecionar, supervisionar, auditar, certificar, registrar, além de executar políticas de defesa agropecuária, vigilância sanitária, inspeção de produtos de origem animal e vegetal, seus derivados, subprodutos, resíduos e insumos agropecuários e fiscalização da produção agrícola, promovendo o agronegócio.</p>
<p>Nos recentes focos de Newcastle no município de Anta Gorda e posterior foco de Influenza Aviária registrado em Montenegro, a resposta rápida do Serviço Veterinário Oficial no controle de ambos os focos se deve em muito ao comprometimento dos Técnicos Agrícolas que atuaram diretamente nas Barreiras Sanitárias, Educação Sanitária e Vigilância ativa, sob chuva e sol, promovendo um controle eficaz, tanto de suporte como de condições sanitárias, acelerando a retomada das exportações dos produtos e derivados da nossa cadeia produtiva avícola do Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A manutenção do novo status sanitário, alcançado pelo estado com a retirada da vacinação contra a Febre Aftosa, abre novos desafios para o corpo técnico da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS), colocando de maneira definitiva o Técnico Agrícola como profissional essencial para a gestão e o planejamento do trabalho nos diferentes campos de atuação, sendo eles no desenvolvimento de políticas de fomento, programas e projetos de governo ou na execução dos programas sanitários da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS).</p>
<p>Muito orgulha o Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul (SINTARGS) ter no seu quadro social colegas deste setor tão importante para a economia do estado, que sabidamente é grande alicerce e geração de riquezas para investimento contínuo das nossas cadeias produtivas.</p>
<p><strong>Jonas Marcelo Reidel Fernantes<br />
Técnico Agrícola<br />
Inspetoria de Defesa Agropecuária de Santa Rosa-RS<br />
Vice-presidente SINTARGS-RS</strong></p>
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		<item>
		<title>Técnico Agrícola: o elo essencial do campo brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 12:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Técnico Agrícola é um dos grandes pilares do agronegócio nacional. Sua atuação é estratégica para modernizar o campo, orientar produtores e elevar a produtividade com responsabilidade socioambiental. Esses profissionais estão presentes em fazendas, cooperativas, agroindústrias, órgãos públicos e até mesmo na esfera judicial, sempre garantindo eficiência e segurança nas atividades rurais.</p>
<p>A carreira é regulamentada por um conjunto sólido de leis, que começou em 1968 e ganhou novo fôlego em 2018 com a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais dos Técnicos Agrícolas (CFTA e CRTAs). Isso deu autonomia à categoria, retirando-a do sistema CREA e assegurando fiscalização especializada. É uma das poucas profissões técnicas com conselho próprio, o que demonstra sua relevância.</p>
<p>Na prática, o Técnico Agrícola pode elaborar projetos, fiscalizar defensivos, atuar em programas ambientais, acompanhar a industrialização de produtos e capacitar trabalhadores rurais. Em todos esses espaços, ele ajuda a equilibrar produtividade e preservação dos recursos naturais. Para exercer a profissão, basta concluir o curso técnico reconhecido pelo MEC e obter o registro no Conselho.</p>
<p>O Instituto de Tecnologia Agrícola, Qualificação e Estudo (ITAQE) prevê, até o final do ano, o lançamento do curso &#8220;Agricultura do Futuro&#8221;. Com carga horária de 300 horas, sendo 60% teóricas e 40% práticas, a formação visa a capacitar profissionais para lidar com as tecnologias emergentes no campo. Desenvolvido em bases regionalizadas, o curso conta com a parceria de empresas de máquinas agrícolas e busca atender às demandas locais, preparando os técnicos para os desafios atuais do agronegócio.</p>
<p>Em um Brasil que precisa produzir mais e melhor, sem abrir mão da sustentabilidade, o Técnico Agrícola é um aliado indispensável. Seu trabalho aproxima a inovação da vida no campo e fortalece um setor que movimenta a economia nacional.</p>
<p><strong>Jeferson Ferreira </strong></p>
<p><strong>Presidente do ITAQE</strong></p>
<p><a href="http://www.itaqe.org.br/"><strong>www.itaqe.org.br/</strong></a></p>
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		<title>Setembro e o protagonismo dos Técnicos Agrícolas no RS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 12:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Setembro chega colorindo os campos gaúchos com o espetáculo das floradas da primavera. A natureza, renovando-se, inspira esperança e crescimento, anunciando novas possibilidades para o ciclo agrícola. O ambiente rural pulsa com a expectativa de safras promissoras e, nessa sincronia, entre homem e natureza, destaca-se o trabalho essencial dos técnicos agrícolas, profissionais representados com orgulho pelo SINTARGS.</p>
<p>Assim como as flores trazem a promessa dos frutos vindouros, os técnicos agrícolas, espalhados pelo Rio Grande do Sul, se fazem protagonistas em várias frentes de atuação, promovendo transformações que impactam diretamente a vida no campo e na cidade. Seja na defesa agropecuária, protegendo plantações e rebanhos contra pragas e doenças, ou na extensão rural, levando conhecimento, tecnologia e inovação até o produtor, o papel desses profissionais é fundamental para o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar.</p>
<p>Na força do cooperativismo, os técnicos agrícolas ajudam a organizar, qualificar e impulsionar a produção coletiva, gerando economia solidária e fortalecendo comunidades. No serviço público, no instituto e na pesquisa, trabalham para aprimorar métodos produtivos, garantir a qualidade dos produtos e fomentar cadeias produtivas mais eficientes e responsáveis. Também estão presentes nas agroindústrias, levando expertise técnica para agregar valor aos produtos, e na indústria em geral, atuando onde o saber agrícola faz a diferença nos processos.</p>
<p>Não menos relevante é o trabalho dos profissionais liberais que, de maneira autônoma, oferecem serviços e consultorias, multiplicando resultados positivos, integrando o campo ao mercado e aproximando soluções inovadoras das necessidades do produtor rural.</p>
<p>O SINTARGS, representando todos esses segmentos, evidencia o protagonismo do técnico agrícola como elo vital do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. São estes profissionais que, com conhecimento, ética e dedicação, semeiam progresso e colhem, junto à sociedade, melhorias na qualidade de vida, geração de renda e sustentabilidade ambiental.</p>
<p>Em setembro, quando florescem as paisagens do estado, floresce, também, o reconhecimento do valor dos técnicos agrícolas, cuja atuação é indispensável para garantir um futuro promissor, equilibrando tradição e inovação nas cadeias produtivas do solo gaúcho.</p>
<p><strong>Carlos Alberto Turra</strong></p>
<p><strong>Técnico Agrícola e Presidente do SINTARGS/RS</strong></p>
<p><strong>Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul</strong></p>
<p><a href="https://sintargs.com.br/"><strong>https://sintargs.com.br/</strong></a></p>
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		<title>Defesa sanitária e o técnico agrícola gaúcho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 16:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Técnico Agrícola é um profissional que vem se destacando na atuação e desempenho das suas funções frente à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS).</p>
<p>Apesar do Técnico Agrícola fazer parte da SEAPI-RS há várias décadas, foi no ano de 2006 que tivemos um número expressivo de ingresso de colegas por meio de concurso público, para atuar na Defesa Sanitária Animal e Vegetal do agronegócio gaúcho.</p>
<p>Dentre as inúmeras atividades desenvolvidas, o primeiro grande desafio encarado e executado com êxito foi a informatização do Sistema de Defesa Agropecuária (SDA) das Inspetorias de Defesa Agropecuária, que de maneira incontestável e certeira garantiu crédito e agilidade ao acesso às informações acerca dos rebanhos gaúchos e à situação sanitária dos mesmos.</p>
<p>Rapidamente surgiram mais tarefas a serem executadas e os Técnicos Agrícolas foram ocupando seu espaço nos diferentes programas sanitários trabalhados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS).</p>
<p>Indiscutivelmente, o técnico de nível médio consolidou rapidamente a nova forma de trabalhar junto ao produtor e criador.</p>
<p>O Profissional Técnico Agrícola tem sua trajetória marcada pelo alto desempenho e capacidade, boa performance, coragem, solidariedade, criatividade, força coletiva, capacidade de trabalho em grupo, capacidade de interação e comunicação com a cadeia produtiva. São adjetivos que têm sido decisivos para o agronegócio do estado do Rio Grande do Sul, ocupando um patamar de sucesso e se firmando como uma referência nacional e mundial na produção, qualidade dos seus produtos e na certificação do seu selo de qualidade, alavancando e consolidando o setor como protagonista na economia do estado.</p>
<p>O foco da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS) está em estabelecer diretrizes, planejar, promover, coordenar, fiscalizar, inspecionar, supervisionar, auditar, certificar, registrar, além de executar políticas de defesa agropecuária, vigilância sanitária, inspeção de produtos de origem animal e vegetal, seus derivados, subprodutos, resíduos e insumos agropecuários e fiscalização da produção agrícola, promovendo o agronegócio.</p>
<p>Nos recentes focos de Newcastle no município de Anta Gorda e posterior foco de Influenza Aviária registrado em Montenegro, a resposta rápida do Serviço Veterinário Oficial no controle de ambos os focos se deve em muito ao comprometimento dos Técnicos Agrícolas que atuaram diretamente nas Barreiras Sanitárias, Educação Sanitária e Vigilância ativa, sob chuva e sol, promovendo um controle eficaz, tanto de suporte como de condições sanitárias, acelerando a retomada das exportações dos produtos e derivados da nossa cadeia produtiva avícola do Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A manutenção do novo status sanitário, alcançado pelo estado com a retirada da vacinação contra a Febre Aftosa, abre novos desafios para o corpo técnico da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS), colocando de maneira definitiva o Técnico Agrícola como profissional essencial para a gestão e o planejamento do trabalho nos diferentes campos de atuação, sendo eles no desenvolvimento de políticas de fomento, programas e projetos de governo ou na execução dos programas sanitários da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI-RS).</p>
<p>Muito orgulha o Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul (SINTARGS) ter no seu quadro social colegas deste setor tão importante para a economia do estado, que sabidamente é grande alicerce e geração de riquezas para investimento contínuo das nossas cadeias produtivas.</p>
<p><strong>Jonas Marcelo Reidel Fernantes<br />
Técnico Agrícola<br />
Inspetoria de Defesa Agropecuária de Santa Rosa-RS<br />
Vice-presidente SINTARGS-RS</strong></p>
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		<title>Do Campo à Cidade: Impactos econômicos e sociais das tarifas dos EUA ao setor primário brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 22:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[A imposição de tarifas ou barreiras comerciais pelos Estados Unidos aos produtos do setor primário brasileiro, embora hipotética, levantaria sérios desafios para a economia nacional. Ao<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A imposição de tarifas ou barreiras comerciais pelos Estados Unidos aos produtos do setor primário brasileiro, embora hipotética, levantaria sérios desafios para a economia nacional. Ao encarecer produtos como soja, carne bovina, café, celulose e minério de ferro no mercado americano, a taxação reduziria significativamente a competitividade brasileira, acarretando um efeito dominó em toda a cadeia produtiva. Temos inúmeros profissionais Técnicos Agrícolas juntamente com demais profissionais atuando nestas cadeias produtivas, gerando resultados econômicos e sociais no nosso estado do RS.</p>
<p>Primeiramente, a redução das exportações para os EUA, importante parceiro comercial, resultaria em queda nas receitas das empresas exportadoras. Para tentar manter a competitividade, produtores poderiam ser obrigados a reduzir preços, pressionando ainda mais as margens de lucro. A diminuição das exportações desencadearia menor demanda interna por insumos, máquinas e transporte, impactando diversos elos ligados ao agronegócio e à mineração.</p>
<p>A rentabilidade reduzida afastaria investimentos em tecnologia e expansão, freando o avanço produtivo nacional. Buscando reagir, o Brasil teria que acelerar a diversificação de destinos de exportação – processo complexo e que pode intensificar a competição em outros mercados, pressionando preços globais.</p>
<p>No âmbito macroeconômico, a queda nas exportações afetaria a balança comercial e, consequentemente, a estabilidade do real frente ao dólar. Como o setor primário representa parcela relevante do PIB, o recuo da atividade teria efeito cascata na indústria, nos serviços e até na geração de empregos, reduzindo também a arrecadação fiscal dos governos federal e estaduais.</p>
<p>No plano social, o impacto sobre empregos e renda seria grave. Empresas e propriedades rurais poderiam fechar as portas devido à perda de rentabilidade, resultando em demissões em massa e diminuição do poder de compra das famílias. Estado como o Rio Grande do Sul, já fragilizados por eventos climáticos nos últimos anos, estariam entre os mais atingidos.</p>
<p>A redução das oportunidades no campo intensificaria o êxodo rural em direção às cidades, agravando problemas urbanos de infraestrutura e pressionando ainda mais os programas sociais. O aprofundamento das desigualdades regionais e sociais, especialmente entre áreas fortemente dependentes das exportações primárias, aumentaria a pobreza, gerando instabilidade social.</p>
<p>Ainda que seja um cenário hipotético, a taxação norte-americana sobre o setor primário brasileiro exigiria do país uma reestruturação urgente da política comercial e estratégias de diversificação. Os efeitos ultrapassariam o campo econômico, repercutindo profundamente, exigindo respostas rápidas para sustentar emprego, renda e desenvolvimento regional. A mitigação dos impactos dependeria de políticas públicas eficazes, fortalecimento do mercado interno e abertura a novos parceiros comerciais.</p>
<p><strong>Carlos Alberto Turra</strong></p>
<p><strong>Técnico Agrícola e Presidente do SINTARGS/RS</strong></p>
<p><a href="https://sintargs.com.br/"><strong>https://sintargs.com.br/</strong></a></p>
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